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Croácia

Dados gerais da Croácia

Nome oficial: República da Croácia.

Gentílico: croata.

Extensão territorial: 56.594 km² (ONU, 2020).

Localização: sul da Europa.

Capital: Zagreb.

Clima: temperado continental.

Governo: república parlamentarista.

Divisão administrativa: 20 condados e 1 município (Zagrebe).

Idioma: croata.

População: 4.105.000 habitantes (ONU, 2020).

Densidade demográfica: 73,4 hab./km² (ONU, 2020).

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,851.

Moeda: kuna (HRK).

Produto Interno Bruto (PIB): US$ 65,22 bilhões (FMI, 2021).

PIB per capita: US$ 16.220 (FMI, 2020).
Gini: 0,297 (Banco Mundial, 2018).

Fuso horário: GMT +2 horas.

Relações exteriores:
União Europeia;
Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan);

Banco Mundial;

ONU;

Unesco.




 

RELIGIÕES: 

 

católica: 86,3%;
ortodoxa: 4,4%;
islâmica: 1,5%;
outras: 1,5%;
sem especificação: 2,5%;
sem religião ou ateus: 3,8%.

A região onde hoje fica a Croácia era conhecida na Antiguidade como Dalmácia. O Novo Testamento menciona que um discípulo de Paulo, Tito, viajou até ali – e talvez tenha até morrido na região. Na época de Jesus, existiam comunidades judaicas na Dalmácia e alguns dos seus membros se tornaram cristãos nas primeiras décadas da atividade missionária da Igreja.
Na Croácia, a Lei da Posição Legal de Comunidades Religiosas de 2002 define amplamente a posição legal das comunidades religiosas e trata de tais assuntos como o financiamento governamental, benefícios fiscais e a educação religiosa nas escolas. O registo de grupos religiosos não é obrigatório. No entanto, é concedido o estatuto de “pessoa coletiva” aos grupos registados e estes desfrutam de benefícios fiscais, entre outros.
Um anúncio oficial do governo croata oferece bolsas de estudo para jovens cristãos em risco de perseguição por causa de sua fé. Os ministérios da educação e do exterior do país convidaram estudantes cristãos de países em desenvolvimento a se inscreverem para as bolsas. As bolsas de estudo para o ano acadêmico de 2021/22 estão abertas a jovens cristãos de países em desenvolvimento no Oriente Médio, Ásia e África, se as restrições do coronavírus permitirem.